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Motivação nas derrotas

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A preparação mental de um atleta, para ser realizada de uma forma mais completa, deve ser efectuada por um técnico especializado na matéria. No entanto, é sempre importante ter presente que o treinador, por aquilo que diz aos e sobre os atletas imediatamente antes e depois dos jogos, é o primeiro e o último factor nessa preparação mental.

Sabemos que as vitórias moralizam mas, um dos factores que mais moraliza e motiva os atletas, é competir bem, ter um bom desempenho. Quando os atletas têm um bom desempenho e, ainda assim, perdem o jogo, ficamos um pouco num limbo motivacional que é importante abordar rapidamente.

Vem isto a propósito das declarações de Luís Castro após o jogo da jornada 22, do Rio Ave em Alvalade. O Rio Ave fez uma exibição muito boa, tendo sido superior ao Sporting em quase todo o jogo. Teve mais posse de bola, mais oportunidades de golo, mais domínio do jogo, mais qualidade... e menos pontos.

No final da partida, o treinador do Rio Ave, foi questionado sobre como motivar os jogadores depois do jogo, considerando a qualidade da exibição e do resultado final. Luís Castro é, aqui, um exemplo positivo que deve ser realçado e reforçado, no que diz respeito ao papel do treinador na componente mental do atleta. Optou, e muito bem, o treinador do Rio Ave por referir 2 factores de alta importância:
1) Qualidade de jogo apresentada, com enfoque nas oportunidades criadas e na forma como a equipa as criou e
2) Na estrondosa exibição de Rui Patrício que impediu que o Rio Ave levasse pontos de Alvalade. Luís Castro referiu, ainda, que Patrício fez uma exibição digna do que dizem que ele é: um dos melhores guarda-redes do mundo.

Se no treino após o jogo, Luís Castro, perguntasse aos seus jogadores se podiam ter feito mais e melhor, a resposta, na minha opinião, terá que ser "não". E deve, o treinador, insistir nisto, nesta ideia de que os jogadores fizeram tudo bem, o que podiam e sabiam, que do outro lado esteve um dos melhores guarda-redes do mundo e que, exibições deste calibre – a do guarda-redes adversário – não aparecem todos os dias pelo que, no próximo jogo, mantendo o nível exibicional, os golos e os resultados aparecem. (...)

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O Mental Coaching no Desporto

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Quando depois do golo histórico na final do Euro 2016, Éder dedicou o golo à sua Coach, Portugal abriu os olhos, de forma quase abrupta, para o Mental Coaching que os atletas de alta competição realizam.

Já há alguns anos que temos ouvido falar da força mental, do foco, da concentração, e de muitos outros "temas" relacionados com o treino mental dos atletas. No entanto, ainda resistem muitos mitos sobre o Mental Coaching. Um dos mais importantes, na minha opinião, é o de que apenas os atletas menos fortes mentalmente precisam de Coaching. Nada mais errado. Todos os atletas podem beneficiar de um bom acompanhamento de Mental Coaching.

É muito comum, quando se fala nestas coisas da vertente mental dos atletas, aparecerem os "chavões" da motivação, do foco e da concentração. Mas, será que isto é tudo? E será que estamos a trabalhar bem estas matérias, enquanto atletas? Se calhar, não.

Um atleta pode estar altamente motivado para uma prova e, mesmo assim, essa prova não ser devidamente preparada, mentalmente. Percursos, condições climatéricas, os nossos adversários, a imagem que eu projecto nos outros, dificuldades que posso encontrar, onde vai estar o meu foco durante a competição, como lidar com os momentos de desconcentração, etc, são muitos temas que podem, e devem, ser abordados e trabalhados nas sessões de Mental Coaching. (...)

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E se os remadores não quiserem remar, bem pode o Comandante gritar

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No final de Outubro, escrevi (aqui) que achava que Jorge Jesus tinha perdido o plantel na semana dos jogos em Madrid e Vila do Conde. De lá para cá, o Sporting realizou mais 24 jogos, Ganhou, empatou e perdeu mas, o que fica, é a crescente noção de falta de atitude dos jogadores. No entanto, essa falta de atitude não é, em si mesma, a causa mas a consequência. A causa é, parece-me, o descomprometimento dos atletas com os objectivos definidos e com os líderes – Treinador e Presidente.

Se as coisas já não estavam bem no reino do Leão, pior ficaram no sábado, em Chaves. A exibição foi fraca e a atitude dos jogadores foi igual à dos últimos jogos – pouca, fraca. Sabendo que o Benfica tinha perdido pontos, esperava-se que o Sporting entrasse a todo o gás e desse tudo pela vitória e para reduzir a distância para o líder da classificação. O que se viu foi a confirmação de os jogadores estão desligados do clube… ou melhor, de quem manda.

No final do jogo, segundo os relatos que vieram a público, Bruno de Carvalho foi ao balneário logo no final da partida e "pegou-se" com os capitães Adrien e William, secundados por Patrício e Bas Dost. A ser verdade o que se relatou, foi tudo mau. O timing foi péssimo – se quer dar a "bronca" nos jogadores, não o faz logo no final do jogo, faz depois, no dia seguinte, de cabeça fria – e a forma foi terrível – falar com os capitães para saber o que se passa, faz parte e o Presidente deve fazê-lo, gritar com eles em frente a plantel, no balneário, só pode dar resultado negativo. Estava o caldo entornado.

De seguida, Adrien e William falaram à Sporting TV, para esclarecer a situação. Quem viu a entrevista com atenção e gosta destas coisas da Linguagem Corporal, percebeu que o discurso verbal tinha pouco a ver com o discurso não verbal. As incoerências estavam lá todas. Não quero dizer que os jogadores mentiram, acho antes que não disseram tudo e suavizaram os factos. A prova disso mesmo foi a atitude no jogo de ontem, para a Taça de Portugal. (...)

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Estabilidade Emocional contra a injustiça

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Para efeitos deste texto, vamos assumir duas coisas: Porto e Sporting têm sido prejudicados pelas arbitragens e os árbitros, genericamente, têm pouca qualidade.

Os jogadores, se calhar muito mais do que quem está fora do campo, compreendem que os árbitros podem errar e aceitam isso com naturalidade. No entanto, quando os erros dos árbitros são muitos e para o mesmo lado, é encarado como uma injustiça. Esse sentimento de injustiça rapidamente se transforma em revolta, em frustração e alguma raiva, que afecta a estabilidade emocional do atleta.

Quando a situação só acontece num jogo, esses sentimentos negativos são resolvidos nos dias seguintes ao jogo e o caso fica por aí, normalmente. No entanto, nos casos de Porto e Sporting, o que temos visto é a referência constante aos erros dos árbitros, nos jogos destes clubes, e é aqui que está o grande problema.

Como já falámos anteriormente, os atletas ouvem e vêm o que é dito pelos seus responsáveis – Treinador e Presidente, principalmente – e são por isso afectados, positiva e negativamente. Quando a comunicação de um clube, do seu Treinador ao seu Presidente, insiste, semana após semana, no discurso de que a equipa é prejudicada pelas arbitragens, os jogadores criam, no seu inconsciente, essa certeza, essa crença, e entram em campo já com essa "realidade" presente. Este estado de "vamos ser prejudicados" retira estabilidade emocional aos atletas, mesmo antes do jogo se ter iniciado.

Um atleta emocionalmente instável rende, invariavelmente, menos do que pode e deve. Além disso, está focado em coisas que não pode controlar – o trabalho do árbitro –, em vez de estar focado no que realmente controla – o seu próprio trabalho. Consequência natural disso é ter um desempenho menos positivo, mais erros, mais ansiedade, mais pressão, menor capacidade de raciocínio e, claro, maior propensão para o confronto com o árbitro.

E, penso, é muito isto que se está a passar com os plantéis de Porto e Sporting. Não só mas também, obviamente.

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Estamos a matar o futebol. Todos!!!

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Após o dérbi da Jornada 13 da Liga NOS, ia falando com alguns amigos sobre o jogo – um dos melhores dérbis que vi nos últimos anos, entre Benfica e Sporting, diga-se –, sobre a sorte ou azar das equipas, da eficácia ou falta dela, das substituições e ia pensando no que escrever hoje. Passado algum tempo, começam a surgir as imagens dos casos do jogo e, a partir desse momento, o jogo deixou de interessar... só se falou de arbitragem.

Depois, tive oportunidade de ver um daqueles programas televisivos cheios de "comentadores" afectos aos clubes e, durante grande parte do programa, discutiu-se... arbitragem. Casos deste e doutros jogos. Casos com imagens de 1001 ângulos, com imagens paradas, com imagens aumentadas até só se ver meio braço e uma bola. E do jogo... quase nada. Repito, um dos melhores dérbis que me lembro de ver.

Na semana a seguir a um jogo que deveria ser um exemplo do nosso futebol, vai falar-se de quase tudo, menos do jogo. E o grande assunto, já se sabe, vai ser Jorge Sousa. Todos vão falar, todos vão opinar, com mais ou menos conhecimento de causa. No entanto, terão, quase todos, em comum o facto de terem uma camisola vestida e não a despirem. Para uns é falta clara, para outros é, no máximo, duvidoso... depende da camisola.

Em Portugal, é fácil dizer-se mal dos árbitros. É fácil encontrar culpados para as derrotas. São sempre os mesmos os culpados. Os homens do apito. É, também por isso, que o nosso futebol é como é.

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O Treinador como Líder ou Gestor

O Treinador como Líder ou Gestor

"A Fé que teve, a mim, marcou-me" – Cristino Ronaldo para Fernando Santos, após a final do Euro 2016.

Temos muito a ideia de que, os treinadores, devem ser Líderes para ter sucesso. No entanto, há bastantes casos em que o sucesso aparece, apesar de os treinadores não serem Líderes, na mais comum concepção do termo.

Quando falamos em treinadores Líderes, um dos nomes que nos vem logo á ideia é o de José Mourinho. A carreira de Mourinho está cheia de relatos e testemunhos que mostram como os jogadores o seguem, como vão, por ele, até ao fim do mundo. De facto, Mourinho é (era?) o protótipo do Líder. É aquele que consegue, pelas palavras e atitudes, ter os jogadores consigo e fazê-los lutar consigo e por si, com os resultados que se conhecem.

Há, no entanto, outro protótipo de treinador vencedor: o Gestor. Nesta categoria entram, entre outros, treinadores como Fernando Santos, Carlo Ancelotti, Zidane ou Rui Vitória. Mas, vamos centrar-nos no primeiro, depois do vídeo com o discurso de Ronaldo após a final do Euro 2016.

Fernando Santos, devido à sua personalidade, não é um treinador empolgante nas conferências de imprensa e, presumo, também o não é nas conversas com os jogadores. Tendo noção disso, Santos desenvolveu o lado do Gestor de homens.

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Os psicólogos Vs "Os Outros" no Desporto

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Recentemente, deparei-me com duas situações de psicólogos que, de forma algo gratuita, menosprezavam e limitavam o trabalho dos "não psicólogos" no desporto.
Em ambos os casos, foi feito um esforço para promover a psicologia no desporto como única forma, competente e séria, de se realizar o trabalho mental com atletas.

Entre as várias críticas comuns, estavam os chamados "paraquedistas". Pessoas que, com formação em Coaching, ou Hipnoterapia, ou Programação Neurolinguística, ou outra do género, caem de paraquedas numa área para fazer um trabalho para o qual não estão habilitados. Tal assenta no pressuposto de que, os psicólogos, têm muitos anos de formação. É um facto, como o é a possibilidade de acabar um curso com uma nota tremenda e, ainda assim, não ser um bom profissional. E tal também assenta no pressuposto de que, os "não psicólogos", não têm anos de formação e ou experiência... o que não corresponde à verdade, na maior parte dos casos.

Vamos partir do princípio de que, quer na psicologia, quer no Coaching ou na Hipnoterapia, há bons e maus profissionais e que, estes últimos, dão uma má imagem da profissão e dos seus profissionais. Dito isto, importa compreender que, de uma forma genérica, as áreas de que falo, não estão a comparar-se com a psicologia. São valências diferentes, com abordagens diferentes.

Na Hypno Coaching, onde temos e usamos as várias valências e técnicas de cada uma das formações que indiquei – entre outras -, a formação e investigação são contínuas. Sem elas, não será possível evoluirmos como técnicos, nem sermos profissionais mais competentes.

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Quando o Líder se torna Chefe

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Jorge Jesus é, reconhecidamente, um dos melhores treinadores nacionais da actualidade. Através das suas qualidades técnicas e da sua exigência, consigo e com os com quem trabalha, consegue quase sempre tirar mais um pouco dos seus atletas. No entanto, o que Jorge Jesus não tem é a capacidade de trabalhar mentalmente os seus jogadores, de forma continua.

De personalidade forte e com um ego do tamanho do mundo, Jorge Jesus, não raras vezes, perde-se quando tem que olhar para fora de si. Se o ano passado, o treinador conseguiu ter os seus atletas sempre comprometidos com o objectivo maior – ser campeão nacional -, esta época as coisas parecem ser diferentes. Quando se ganha, tudo é mais fácil... quando não se ganha, é que o trabalho mental deve ser mais incisivo.

O Sporting teve, esta época, uma semana que poderá marcar o resto da temporada e, até, o atingir ou não os objectivos propostos. É que, Jorge Jesus, parece ter perdido o plantel.
Estamos na era da globalização e da facilidade de acesso à informação. Hoje, como nunca antes, os atletas têm acesso a tudo o que se diz e escreve… incluindo o que o seu treinador diz.

Após o jogo em Madrid, as declarações do treinador parecem puxar para si todo o mérito dos primeiros 80 minutos, deixando para a sua equipa técnica e para os seus jogadores, o demérito dos últimos 10. “Teria sido muito mais difícil para o Real se eu estivesse no banco nos últimos minutos” – em vez de potenciar a exibição dos seus atletas, Jorge Jesus passou-os para segundo plano.

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No controlo ou fora do controlo: eu escolho

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No fim de semana que passou, dois atletas que acompanhamos na Hypno Coaching, foram confrontados com situações que estão fora do seu controlo... e ambos tiveram que fazer uma escolha.

Num caso, uma lesão impediu um atleta de completar uma das suas provas mais importantes da época, sendo obrigado a desistir durante a competição. 
Após a prova, em conversa com o atleta, perguntei-lhe se tinha dado tudo o podia dar. A resposta foi: sim. 
Perguntei, depois, se poderia ter feito alguma coisa de diferente para impedir a lesão ou continuar em prova. Após uma breve análise ao que aconteceu, a resposta foi: não.

No outro caso, devido a questões burocráticas da responsabilidade da equipa que representa, o atleta foi impedido de participar numa prova em que tinha francas aspirações a vencer. Esta ausência, impede-o de tentar vencer o Troféu em que a prova está inserida, que era um dos objectivos deste final de época.
Naturalmente, logo após receber a notícia, a frustração apareceu. No dia seguinte, questionei o atleta se alguma das razões, para não participar na prova, era da sua responsabilidade. Disse que não.

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Os objectivos e a gestão de espectativas

imagem de medalhas olímpicas

Nos anos dos Jogos, Olímpicos e Paralímpicos, os atletas planeiam o seu treino de modo a estarem no seu pico de forma, por altura dos Jogos. Esta é, normalmente, a competição mais importante do ano.

A pensar nisso, são definidos os objectivos de cada atleta, mais ou menos ambiciosos. O mais comum, é que os objectivos sejam definidos em forma de classificação: Medalha de Ouro, fazer pódio, ficar nos 8 primeiros, etc. No final, é altura de se analisar se os objectivos definidos foram atingidos.

De forma simplista, as coisas são fáceis de ver. A classificação foi atingida? Se sim, tudo está certo… se não, há que perceber. Ou seja, se não atingirmos a classificação definida, então falhámos o objectivo. Ou será que não?

Olhemos, por exemplo, para Nélson Évora e Patrícia Mamona. Vamos assumir que ambos definiram como objectivo, o pódio, nestes Jogos Olímpicos do Rio. Numa análise simplista, ambos os atletas teriam falhado o seu objectivo, pois ficaram-se pelo 6º lugar na respectiva competição. Apesar disso, um fez a sua melhor marca da época – Nélson Évora -, e o outro estabeleceu o recorde nacional na disciplina – Patrícia Mamona. Ou seja, o seu desempenho foi bastante positivo. Desta perspectiva, podemos considerar que o objectivo foi atingido.
No entanto, e como os atletas não competem sozinhos, houve atletas com melhores marcas.

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Rumo ao Rio 2016

Luis Costa e Jorge Boim

6 meses de trabalho bem feito, completados com estas duas últimas sessões. Aos poucos fomos ultrapassando limites e limando arestas. A cada sessão, mais um passo na evolução. A cada prova, um resultado melhor.

Esta prova está preparada, o objectivo definido. Corpo e Mente em sintonia.
Luis Costa - Paraciclista, estás preparado para realizar o sonho.
Dia 15 é dia de fazer História. Sei que vais dar tudo de ti e isso é a única coisa que se pode pedir.

É um orgulho trabalhar contigo.

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Parabéns João Camocho

fotografia de João Camocho

Quando estamos física e mentalmente bem preparados, os resultados aparecem.

João Camocho, trabalhaste bem para esta prova e fizeste o que estava programado para a competição. Nem os percalços da corrente te tiraram o foco.

Numa prova com o tipo de percurso que menos gostas, mantiveste a cabeça no que tinhas a fazer, no que consegues controlar e sempre longe das "minas" que a nossa mente nos envia de vez em quando. E quando assim é, tem tudo para correr bem... ou melhor.

Como em Equipa é sempre mais fácil, a Hypno Coaching agradece ao João Camocho a sua entrega, disponibilidade e compromisso e à Sport Performance Center e ao Nelson Pires, pelo seu trabalho na ajuda da recuperação e preparação física.

Parabéns João pelo teu resultado na 1ª prova do Troféu de BTT do Alto Alentejo 2016.

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Não gosto disto... E afinal gosto.

imagem de evento multi-desportivo, exemplo Triatlo

Nos desportos compostos por mais do que uma atividade, como o triatlo, o duatlo ou a ginástica desportiva, é normal que os atletas sejam melhores num segmento ou aparelho do que noutro. É, também, comum, que os atletas gostem menos de um segmento ou aparelho, sendo esse aquele em que, normalmente, são menos produtivos.

Para se ter sucesso nestes deportos, é muito importante ser o mais nivelado possível em todas as vertentes pois um desempenho menos positivo no segmento que não gostamos, pode deitar tudo a perder.

Como em quase tudo, quando fazemos algo de que não gostamos, o esforço é maior, a sensação de "sofrimento" está presente e tudo nos custa mais. Pelo menos, é essa a sensação que temos, seja ela fisicamente real ou não.

O recurso a um Mental Coach irá permitir-te perceber a razão pela qual não gostas desse segmento e, se necessário, trabalhar essa "origem" de modo a limpar essas memórias ou, pelo menos, dar-lhes um novo significado.

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Mais história

Luis Costa - medalhas UCI

Depois de um fim de semana de grande sucesso desportivo nacional, veio outro também cheio de bons resultados, com o Europeu de Hóquei em Patins como feito de maior destaque.

No entanto, venho falar de um feito pouco referido na comunicação social: o 2o lugar do Paraciclista Luís Costa (podem seguir a sua página aqui na Taça do Mundo de Paraciclismo em Bilbao.

O Luís é um exemplo de superação como pessoa e de compromisso e dedicação como atleta...entre muitas outras qualidades, claro.
A Hypno Coaching tem trabalhado com o Luís na sua preparação mental há alguns meses e os resultados estão a aparecer. Como digo sempre, o maior mérito do trabalho mental é do atleta, que se dedica, entrega e permite que o ajudemos com as técnicas para ele chegar mais longe.

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